No Amazonas, já existem mais de 180 mil microempreendedores individuais formalizados
Milhares de microempreendedores individuais ainda deixam para a última hora a entrega da Declaração Anual do Simples Nacional do Microempreendedor Individual (DASN-SIMEI), obrigação que deve ser entregue até 31 de maio por todos os MEIs, inclusive aqueles sem faturamento em 2025.
Diante desse cenário, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Amazonas (Sebrae/AM) intensifica durante esta última semana de maio, o Feirão do MEI 2026, mobilização estadual voltada à regularização, orientação e fortalecimento dos pequenos negócios.
A iniciativa busca justamente ajudar empreendedores que ainda possuem dúvidas, pendências fiscais, débitos ou dificuldades para entregar a declaração anual dentro do prazo.
Mais do que uma ação, o Feirão do MEI 2026 funciona como um grande mutirão de apoio ao empreendedor amazonense neste período de obrigatoriedade. A programação reúne serviços gratuitos voltados à organização, formalização e recuperação da regularidade fiscal dos pequenos negócios.
A iniciativa oferece entrega da declaração anual; emissão de DAS; parcelamento de débitos; regularização cadastral; orientação financeira; apoio à formalização; atendimento empresarial especializado; capacitações e consultorias.
O objetivo é estimular um empreendedorismo consciente, sustentável e seguro, especialmente em um cenário no qual milhares de pequenos negócios ainda operam com baixa organização financeira e dificuldades de gestão.
Os atendimentos seguem até o fim de maio, das 8h às 17h, na sede do Sebrae Amazonas, no Centro de Manaus, nos pontos do Aleixo, Frempeei, Setemp Galeria+ e Bagro, além dos 10 escritórios regionais da instituição (Presidente Figueiredo, Silves, Tefé, Tabatinga, Santa Isabel do Rio Negro, Itacoatiara, Parintins, Humaitá, Coari e Autazes).
O suporte também está disponível por meio de 59 Salas do Empreendedor mantidas em parceria com as prefeituras, ampliando a presença do Sebrae nos 62 municípios do estado.
Mesmo quem não teve movimentação financeira, não emitiu nota fiscal ou manteve o CNPJ sem atividade precisa entregar a declaração dentro do prazo. A não entrega pode gerar multa, restrições fiscais, perda da regularidade do CNPJ, dificuldade de acesso a crédito e outros prejuízos.